Tem jogo que você termina e guarda na memória. E tem aquele que continua instalado porque sempre aparece uma desculpa para voltar: testar uma build, começar outro mundo ou jogar “só mais uma” com os amigos.

Aqui é o Myke, e hoje eu vou abrir meu top 10 melhores jogos de todos os tempos. Essa lista tem muito das horas que passei jogando e do que mais me ganha nos games: liberdade, desafios, mundos incríveis e a resenha com a galera.

Tem jogos em que eu me sinto um herói lendário e alguns em que sou uma batata assumida. Faz parte. Bora começar pelo décimo e subir até o jogo que mais consumiu horas da minha vida!

10. Chrono Trigger — Um RPG de turnos que merece ser revisitado

Chrono Trigger é o único RPG de turnos da minha lista, e está aqui por um excelente motivo: é uma aventura completa e emocionante, com uma história que sabe prender você até o fim.

As viagens no tempo dão significado às descobertas. Conhecer diferentes épocas muda a forma como você enxerga lugares e personagens, e descobrir as conexões entre passado e futuro faz a jornada ficar cada vez mais interessante.

Para mim, é um daqueles clássicos em que tudo ajuda a contar a história: personagens carismáticos, batalhas com técnicas combinadas e uma trilha sonora que deixa os grandes momentos ainda mais épicos.

Se você já jogou, vale muito a pena revisitar. Se nunca jogou, dê uma chance. Esse é um RPG lendário que merece entrar no seu radar.

9. Super Mario — Nostalgia que ainda entrega um jogaço

Aqui eu estou falando da franquia Super Mario, especialmente dos clássicos. O que me impressiona é o quanto esses jogos conseguiam entregar mesmo com as limitações dos consoles da época.

Tinha fase criativa, segredo, desafio e aquele controle gostoso que fazia você querer tentar de novo. Encontrar um caminho escondido ou finalmente passar de uma parte difícil dava uma satisfação enorme.

Claro que a nostalgia pesa. Mas, para mim, Mario continua funcionando porque a diversão está nos detalhes: no salto bem calculado, na descoberta de uma passagem e na curiosidade de ver o que vem depois.

É incrível pensar em como aqueles jogos eram completos dentro do que o hardware permitia. Você volta hoje e percebe que o clássico continua sendo um jogaço.

8. Dark Souls — Trinta mortes depois, uma vitória épica

Só quem já enfrentou um boss em um Souls sabe o tamanho da alegria quando ele finalmente cai.

Você morre uma vez, duas, dez… Na trigésima tentativa, já conhece a entrada da arena melhor do que o caminho da própria casa. Mesmo assim, insiste, ajusta a estratégia e tenta aproveitar aquela abertura que antes passava despercebida.

Até que chega a vitória. Dá vontade de gritar e jogar o mouse longe — dessa vez, de alegria. Melhor segurar o mouse, porque ainda tem muito boss pela frente.

Para mim, essa sensação é uma das grandes razões de Souls ter virado o fenômeno que virou. O jogo faz você sentir o peso do desafio e, depois, a recompensa de ter aprendido a superá-lo. A comemoração vem na mesma intensidade.

7. The Legend of Zelda — Uma aventura simplesmente gostosa de viver

Vou falar da franquia The Legend of Zelda como um todo, porque ela merece esse espaço. E minha definição é bem direta: Zelda é simplesmente gostoso de jogar.

Explorar, descobrir um segredo, resolver um puzzle e perceber como usar um equipamento novo são partes de uma aventura que dá prazer em acompanhar. Sempre existe alguma coisa chamando sua curiosidade.

Ocarina of Time é um exemplo lendário desse encanto, mas o que coloca Zelda aqui é a identidade da franquia: mundos que convidam à descoberta e jornadas em que cada avanço faz você querer continuar.

Na minha opinião, todo gamer deveria experimentar essa sensação pelo menos uma vez. Escolha uma aventura da série e dê uma chance. Vale descobrir por que tanta gente guarda Zelda com tanto carinho.

6. Counter-Strike — Muita hora de jogo e pouca bala no alvo

CS é o segundo competitivo em que tenho mais horas. E, se você acha que isso significa uma mira lendária, já vou alinhar as expectativas: aqui eu sou ainda mais batata.

Eu pino mais do que o sujeito de Pulp Fiction que sai do banheiro, dispara contra Jules e Vincent e consegue errar todos os tiros. Tem round em que minha contribuição parece ser testar a resistência da parede.

Mesmo assim, CS está aqui porque sabe transformar cada round em uma disputa tensa. Posicionamento, informação e trabalho em equipe podem fazer tanta diferença quanto acertar a bala.

Para mim, esse é o grande ponto forte da franquia. Você pode estar jogando mal e ainda ter uma chance de ajudar o time — e, quando encaixa aquela jogada, dá vontade de entrar em mais uma partida. A mira continua em desenvolvimento.

5. Ragnarok Online — Classes, cartas e builds absurdas

Ragnarok é, para mim, um dos melhores RPGs de todos os tempos. O que mais me ganha é o sistema de classes e, principalmente, o sistema de cartas.

A ideia de montar um set com cartas MVP extremamente difíceis de conseguir, mas com efeitos super roubados, é o tipo de objetivo que me empolga. Você começa a pensar nas combinações e no que aquela build poderia fazer se conseguisse as peças certas.

Essa busca dá um peso especial aos equipamentos. Uma carta pode ser a peça que você queria para completar seu projeto de personagem, e correr atrás dela vira parte da aventura.

Sinto falta desse tipo de sistema nos jogos atuais. As cartas de Ragnarok e as palavras rúnicas de Diablo II despertam essa mesma vontade de experimentar combinações e buscar itens que fazem diferença na build. Queria muito ver mais jogos explorando esse potencial.

4. League of Legends — Platina, amigos e inimigos tiltados

LoL é o jogo competitivo em que mais investi horas na vida. Agora, antes de esperar dicas de Challenger: eu sou batata e nunca passei do Platina. O currículo competitivo é esse mesmo, rsrs.

O que me faz gostar tanto é jogar com os amigos. A resenha, as tentativas de coordenar uma jogada e aquela teamfight que finalmente dá certo deixam a partida muito mais divertida.

E vou admitir: ver os inimigos tiltando depois de uma boa jogada também tem seu valor. Especialmente quando o nosso time consegue aproveitar a vantagem e fechar o jogo.

Para mim, o ponto forte do LoL é juntar competição, estratégia e diversão com a galera. Nem toda partida acaba em vitória, mas sempre aparece uma razão para pensar: “bora mais uma?”. É assim que o contador de horas cresce.

3. World of Warcraft — Montarias raras e orgulho da Horda

WoW tem força para disputar o topo desta lista. O que sempre me ganhou foi o multiplayer junto com um mundo aberto que dá vontade de explorar.

Eu gosto de viajar por Azeroth, descobrir lugares e correr atrás de montarias difíceis de conseguir. Ter um objetivo raro para buscar dá outra motivação à jornada — ainda mais quando finalmente chega a recompensa.

E depois de todo esse trabalho, é claro que tem a parte de exibir a montaria em Orgrimmar. Você conseguiu aquela raridade; seria um desperdício deixar a conquista passar despercebida, né?

Diferente do que mais me prende em Skyrim e Minecraft, no WoW o multiplayer sempre teve um peso enorme. Explorar um mundo compartilhado, conquistar algo difícil e poder mostrar o resultado para outros jogadores faz parte do encanto.

E, antes que reste qualquer dúvida: pela Horda!

2. Minecraft — Hardcore que assusta mais do que jogo de terror

Minecraft quase levou o primeiro lugar, inclusive na disputa pelo jogo com mais horas da minha vida. Eu sou particularmente apaixonado por mundos hardcore e pela sensação de perigo que esse modo traz.

Saber que uma morte pode encerrar aquele mundo muda o peso de cada decisão. Uma caverna exige mais cuidado, uma exploração pede preparo e até um barulho inesperado consegue colocar você em alerta.

Às vezes, Mine dá uns sustos que nem jogo de terror consegue. Basta o perigo aparecer na hora errada para o coração disparar — principalmente quando você tem muita coisa a perder.

E poucas coisas são tão frustrantes quanto perder um mundo superavançado no hardcore. Todo aquele progresso torna o risco muito real. Mas é justamente essa tensão, junto com a liberdade de construir e explorar, que faz o modo me ganhar tanto.

Minecraft é incrível porque consegue transformar blocos em projetos enormes, aventuras épicas e momentos de puro desespero. Tudo no mesmo mundo.

1. The Elder Scrolls V: Skyrim — Um jogo que parece infinito

Skyrim está no topo porque é, de longe, o jogo que mais joguei na vida. Sempre aparece uma build nova para testar ou um mod que dá vontade de instalar. Quando percebo, lá estou eu começando outra jornada.

Essa capacidade de se renovar é o que faz Skyrim parecer infinito para mim. Mudar a build transforma a maneira de encarar os desafios, e um mod novo pode trazer outra razão para explorar aquele mundo.

Você entra com uma ideia de personagem, começa a jogar e encontra mais alguma coisa que quer experimentar. Aí surge outro plano, outra combinação, outra aventura. É muito fácil arrumar uma desculpa para voltar.

Para mim, o primeiro lugar vem dessa liberdade e da vontade de continuar descobrindo possibilidades. Skyrim já consumiu mais horas da minha vida do que qualquer outro jogo e ainda consegue despertar aquela curiosidade de uma nova campanha.

Enquanto existir uma build para testar ou um mod que me empolgue, parece que Skyrim ainda tem mais uma aventura guardada.

Agora é com você!

Skyrim levou a coroa no meu ranking, mas quero saber quais jogos lendários você colocaria nessa lista — e quais merecem um post só deles aqui no blog.

Deixa nos comentários o número e o nome do jogo:

  • 1 + nome do jogo: para indicar um jogo que ficou de fora do top 10. Exemplo: 1 — Elden Ring.

  • 2 + nome do jogo: para pedir um post sobre um jogo que você quer ver por aqui. Exemplo: 2 — Diablo II.

Pode mandar sugestões nas duas categorias. Bora montar os próximos posts com a ajuda da galera!

— Myke